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Qualidade

Como acontece com qualquer tipo de produto, a memória varia de qualidade de um fabricante para outro. Na generalidade, quanto maior, e mais bem estabelecidas forem as marcas, mais consistentes e mais fiáveis serão os seus produtos. A adopção de apertados sistemas de controlo de qualidade, a aposta em novos designs de PCBs que optimizam a performance e a utilização de componentes de alta qualidade são aspectos que normalmente só estão presentes em marcas com dimensão. Isto não é dizer que os módulos de memória de baixa qualidade não funcionam - até podem ser a solução ideal dependendo do partido que queremos tirar do nosso sistema. Para decidir o nível de qualidade devemos considerar o seguinte:

  1. Se a memória não tiver a performance desejada será possível devolvê-la e trocá-la por outra melhor? Tem tempo para esperar dias, ou até semanas, que o problema seja resolvido?
  2. Quando a memória é de baixa qualidade é frequente observar problemas cíclicos, como o PC "congelar" sem motivo aparente, ou aparecerem as indesejadas "operações ilegais". Com que frequência é que grava o trabalho que está a fazer, e se perder o trabalho que custo é que isso terá para si? Se utiliza o PC para jogar, ler o email, e navegar na internet, essas interrupções e perdas poderão não ser grande problema. Mas, se a utilização for para trabalho, perder um par de horas de trabalho irá afectar muito a sua produtividade.
  3. O maior risco dos módulos de memória pouco fiáveis é a informação corrompida: isto é, alguns bits de informação podem ser alterados ou lidos de forma incorrecta. O resultado da currupção de dados pode ser tão inofensivo como um erro de sintaxe num documento ou tão importante como um erro de cálculo numa folha de cálculo essencial para o nosso trabalho. Qual a importância do rigor do seu trabalho com o PC?
  4. Como em todos os produtos, a qualidade e a durabilidade que necessita depende de como usa esse produto. As aplicações informática que necessitam, normalmente, de muita memória, trabalham com a memória de forma muito intensa. Essas aplicações trabalham melhor com memória que ultrapassa os requisitos de velocidade e fiabilidade do sistema.

AVALIANDO A QUALIDADE DA MEMORIA

Eis alguns factores importantes a ter em conta quando avaliar a qualidade da marca da memória:

DESIGN

Os Designers dos módulos de memória podem guiar-se por especificações rígidas ou ir por atalhos para poupar dinheiro em componentes. De uma maneira geral, os fabricantes que desenvolvem o seu próprio design têm um controlo maior sobre a qualidade do módulo do que aqueles que subcontratam esta tarefa.

COMPONENTES

A qualidade dos chips DRAM, das PC boards, e de outros components utilizados no módulo são críticos para determinar a qualidade global do módulo. Chips de memória de primeira qualidade podem custar 30% mais do que os de baixa gama e PCBs de alta qualidade chegam a custar mais 50% que as alternativas de baixa qualidade.

ASSEMBLAGEM

Há muitos factoes que durante a assemblagem podem afectar a qualidade global do módulo. A qualidade da solda afecta a forma como a informação "viaja" do módulo para o chip e vice-versa. A temperatura e humidade também devem ser controladas na zonas de assemblagem e armazenamento.

MANUSEAMENTO ADEQUADO

As descargas electro-estáticas (ESD) é uma das maiores causas de avarias nos módulos de memória. Electro-Static Discharge (ESD) is one of the most common causes of damage to a memory module. Os danos ESD podem resultar de execessivo ou deficiente manuseamente. Os módulos de memória só podem ser manuseados pelos operadores que estejam convenientemente descarregados de estática e devem ser correctamente embalados de forma a ficarem protegidos durante o transporte.

TESTANDO

Quanto mais testada for a memória antes de ser expedida, menor probabilidade tem de causar problemas em funcionamento. A memória deve também ser testada em relação à compatibilidade com os sistemas para os quais será usada. O núcleo da DRAM pode ser testado pela confiabilidade do chip, e os módulos deverã ser testados em alta velocidade para garantir que vão funcionar bem em situações extremas. Algumas empresas fazem testes a todos os níveis, outras nem por isso.

 

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